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15.12.2010 18:36h
Subseção de Pelotas discute o problema do crack em audiência pública
15/12/2010 18:36h
http://bit.ly/OHcCp8
Foto: Ivelise Santos - OAB Pelotas
O evento apontou, principalmente, a falta de recursos humanos e financeiros para o desenvolvimento de um trabalho de qualidade no combate ao uso da droga.
Seguindo o exemplo da Ordem gaúcha, a subseção de Pelotas realizou, na noite desta terça-feira (13), audiência pública contra o crack. O evento, que ocorreu simultaneamente no auditório da subseção local, teve início na seccional. Outras subseções gaúchas também realizaram a sessão, que contou com a presença de autoridades das áreas jurídica e médica, além de representantes de órgãos que atuam em áreas de tratamento, prevenção e recuperação de dependentes químicos.
O coordenador-geral da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da OAB/RS, conselheiro seccional Ricardo Breier, destacou a importância do engajamento das subseções “para constituir um movimento contra esta droga, que destrói famílias e que possui usuários em 98% dos municípios gaúchos”.
O evento apontou, principalmente, a falta de recursos humanos e financeiros para o desenvolvimento de um trabalho de qualidade no combate ao uso da droga.
Dando início à audiência pública, a delegada regional, Carla Khun, considerou o evento organizado pela CDH da seccional fundamental para que se criem políticas públicas para o tratamento do tema, apesar de reconhecer as dificuldades existentes em todos os campos.
De acordo com o delegado da Polícia Federal, Alexandre Pauli, as informações oriundas da comunidade, através do disque-denúncia (53-3309-9000), em geral ajudam a PF a atingir seu alvo.
Autoridades presentes na ocasião lembraram que além do crack, a merla (outra droga pesada) também já está chegando a Pelotas. Segundo eles, os 76 CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) presentes na cidade estão carentes de recursos humanos e financeiros para que o trabalho seja completo.
No final, foi aberta discussão com representantes da comunidade que participaram do evento. Também participaram da audiência pública o promotor de Justiça Paulo Roberto Charqueiro, o delegado da Polícia Federal Alexandre Pauli, o diretor do Hospital Espírita de Pelotas, Felipe Ustarroz, o capitão da Brigada Militar Rodrigo Bastos Alves, a juíza da Vara de Execuções Criminais (VEC), Nilda Margarete Stanieski, e representando a Secretaria Municipal da Saúde, a assistente social Raquel Gehrke.
Seguindo o exemplo da Ordem gaúcha, a subseção de Pelotas realizou, na noite desta terça-feira (13), audiência pública contra o crack. O evento, que ocorreu simultaneamente no auditório da subseção local, teve início na seccional. Outras subseções gaúchas também realizaram a sessão, que contou com a presença de autoridades das áreas jurídica e médica, além de representantes de órgãos que atuam em áreas de tratamento, prevenção e recuperação de dependentes químicos.
O coordenador-geral da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da OAB/RS, conselheiro seccional Ricardo Breier, destacou a importância do engajamento das subseções “para constituir um movimento contra esta droga, que destrói famílias e que possui usuários em 98% dos municípios gaúchos”.
O evento apontou, principalmente, a falta de recursos humanos e financeiros para o desenvolvimento de um trabalho de qualidade no combate ao uso da droga.
Dando início à audiência pública, a delegada regional, Carla Khun, considerou o evento organizado pela CDH da seccional fundamental para que se criem políticas públicas para o tratamento do tema, apesar de reconhecer as dificuldades existentes em todos os campos.
De acordo com o delegado da Polícia Federal, Alexandre Pauli, as informações oriundas da comunidade, através do disque-denúncia (53-3309-9000), em geral ajudam a PF a atingir seu alvo.
Autoridades presentes na ocasião lembraram que além do crack, a merla (outra droga pesada) também já está chegando a Pelotas. Segundo eles, os 76 CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) presentes na cidade estão carentes de recursos humanos e financeiros para que o trabalho seja completo.
No final, foi aberta discussão com representantes da comunidade que participaram do evento. Também participaram da audiência pública o promotor de Justiça Paulo Roberto Charqueiro, o delegado da Polícia Federal Alexandre Pauli, o diretor do Hospital Espírita de Pelotas, Felipe Ustarroz, o capitão da Brigada Militar Rodrigo Bastos Alves, a juíza da Vara de Execuções Criminais (VEC), Nilda Margarete Stanieski, e representando a Secretaria Municipal da Saúde, a assistente social Raquel Gehrke.
15/12/2010 18:36h
