Ordem gaúcha lidera reunião das OABs Itaqui e São Borja com corregedor-geral de Justiça
15/07/2010 18:31h
Conselheiro seccional Luiz Eduardo Amaro Pellizzer acompanhou os presidentes das subseções, César Augusto Klein e Nilton Gabriel Paz Koltermann.
Designado pelo presidente da Ordem gaúcha, Claudio Lamachia, o coordenador das subseções da entidade, conselheiro seccional Luiz Eduardo Amaro Pellizzer, liderou as comitivas de Itaqui e São Borja, na tarde desta quinta-feira (15), em reunião com o corregedor-geral de Justiça, desembargador Ricardo Raupp Ruschel, no Palácio da Justiça.
Estavam presentes, além dos citados, o presidente e a secretária-geral da subseção de Itaqui, César Augusto Klein e Patrícia Degrazia Lima; o presidente da OAB São Borja, Nilton Gabriel Paz Koltermann; a diretora do Foro de Itaqui, juíza Magali Justin; o procurador-geral do município de Itaqui, Júlio dos Reis; os vereadores de Itaqui Éber Escobar (presidente da Câmara), Aline Coffy, Igor Andais e Lauro Hendges; e o assessor parlamentar da ALRS, Rodrigo Martini.
Itaqui
Durante o encontro, o presidente da Ordem de Itaqui afirmou que, após reunião da Comissão Mista de Acesso à Justiça na Comarca, foi decidido levar a situação preocupante quanto à ausência de oficiais de Justiça na região ao conhecimento do Tribunal.
“Estamos com problemas em relação à falta de servidores, como distribuidores e escrivães”, afirmou a a diretora do Foro de Itaqui.
Outro assunto apresentado foi em relação à luta da Comarca de Itaqui pela elevação da entrância para intermediária, devido ao volume de processos.
Conforme o corregedor-geral de Justiça, as limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a questão dos depósitos judiciais estão impedindo novos investimentos em servidores. No entanto, ele registrou que os pleitos serão analisados.
São Borja
Já o presidente da OAB São Borja abordou a falta de dois juízes na Comarca. Segundo Ruschel, esta situação deverá ser resolvida em breve, com a remoção de magistrados para São Borja.
Koltermann também destacou problemas relacionados à qualidade de atendimento dos servidores junto aos advogados. Sobre isso, Ruschel ressaltou que o programa de qualidade do TJRS fará um estudo na Comarca, com o intuito de realizar melhorias neste sentido.
Conforme Pellizzer, é necessário encontrar meios para atender aos anseios das comunidades que estão carentes de Justiça. “As subseções apresentam pleitos de profunda relevância, e a efetivação desta luta vem ao encontro da cidadania e da OAB/RS”, afirmou o conselheiro.
15/07/2010 18:31h
