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OAB/RS presente ao Encontro Anual dos Coredes

23/10/2013 20:59h

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O evento termina nesta quinta-feira (24), e ocorre no Hotel Araçá, com a participação de representantes de 28 conselhos regionais de desenvolvimento.

Designado pelo presidente da OAB/RS, Marcelo Bertoluci, o vice-presidente da entidade, Luiz Eduardo Amaro Pellizzer, participou, nesta quarta-feira (23), do XVI Encontro Anual de Avaliação e Planejamento dos Conselhos Regionais de Desenvolvimento do RS, em Capão da Canoa. O dirigente foi um dos palestrantes da primeira mesa de debates, que tratou sobre o tema “A crise do Estado brasileiro e os novos desafios”.

A abertura do evento contou com a presença do prefeito municipal de Capão da Canoa, Valdomiro Novaski; do vice-reitor da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), Eltor Breunig; da presidente do Corede do Litoral Norte, Lilian Agraso Alves; e do presidente do Comude (Conselho Municipal de Desenvolvimento) de Capão da Canoa, José Azevedo.

Juntamente com Pellizzer, foram painelistas o ex-vice-governador, João Gilberto Lucas Coelho; o assessor do Comung, Renato de Oliveira; e o presidente do Fórum dos Coredes, Hugo Chimenes.

Em sua manifestação, o vice-presidente da Ordem gaúcha, abordou duas das principais ações institucionais da OAB/RS como fatores importantes e que atingem diretamente as questões relacionadas às demandas dos Coredes, que é a rediscussão da Dívida Pública do RS e a Reforma Política. Conforme Pellizzer, a reforma do sistema eleitoral brasileiro representará uma importante mudança estrutural para o país. O dirigente também manifestou o quanto à renegociação da dívida do Estado com a União influirá no futuro do RS. “Problemas que há anos viemos alertando, como a falta de investimentos em saúde, segurança e educação, bem como o colapso do Judiciário, poderão receber mais investimentos, já que na situação atual, a capacidade de investimento do Estado é precária, visto que cerca de 13% do orçamento estadual é retirado para o pagamento da dívida".

Pellizzer também destacou o fato de a União ficar com dois terços dos recursos arrecadados. "A revisão do Pacto Federativo é uma forma justa de redistribuir os recursos arrecadados. A União fica com 2/3 dos recursos e deixa aos municípios a dura obrigação de atender às carências da comunidade repassando-lhes valores insignificantes diante do que é arrecadado, restando aos prefeitos à humilhante tarefa de percorrer os gabinetes e ministérios de 'pires na mão' na busca de recursos".

O evento termina nesta quinta-feira (24), e ocorre no Hotel Araçá, com a participação de representantes de 28 Coredes.

Camila Cabrera
Jornalista – MTB 16.528

23/10/2013 20:59h



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