Home /
Noticias /
06.02.2009 09:18h
Exame de Ordem é importante para a cidadania, para a Justiça e para a democracia, defende a OAB/RS
06/02/2009 09:18h
http://bit.ly/MrgLO4
O presidente da OAB/RS, Claudio Lamachia, voltou a defender, nesta quinta-feira (5), a importância do Exame de Ordem para aferir o nível de conhecimento técnico dos candidatos a advogados. "É fundamental que os profissionais tenham sólido saber jurídico para melhor poderem defender os direitos das pessoas", afirmou. Neste sentido, segundo ele, "os futuros advogados serão os guardiães da Justiça, da cidadania e do Estado Democrático de Direito". A aprovação no Exame de Ordem é obrigatória para os bacharéis que querem passar a exercer a advocacia.
O dirigente ressaltou que a principal preocupação da OAB, em termos nacionais, é com a qualidade do ensino jurídico, bastante precário em algumas regiões do país. "Com o surgimento desenfreado de novos cursos nos últimos anos, muitas faculdades demonstraram que não passam de caça-níqueis, pois não possuem condições mínimas para preparar um profissional. É puro mercantilismo", aponta Lamachia. Ele lembra que no ano passado, graças a trabalhos conjuntos com o Conselho Federal da OAB, o Ministério da Educação diminuiu cerca de 125 mil vagas em cursos de Direito em diversas universidades do país. “Foi o resultado de um esforço pela qualificação e pela redução da mercantilização do ensino jurídico nas faculdades”, explica Lamachia, acrescentando que, no Rio Grande do Sul, o nível dos cursos de Direito é um dos mais altos do país.
Com relação a um projeto de lei que está no Senado Federal e propõe a extinção do Exame de Ordem, Lamachia considera que "está na contramão da história". "Outras entidades profissionais, semelhantes à OAB, estão propondo a aplicação de provas de conhecimento técnico, copiando o exemplo do exame que é aplicado pela Ordem", observa o dirigente.
Assessoria de Imprensa – OAB/RS
Carol Majewski - Jornalista / Assessor
O dirigente ressaltou que a principal preocupação da OAB, em termos nacionais, é com a qualidade do ensino jurídico, bastante precário em algumas regiões do país. "Com o surgimento desenfreado de novos cursos nos últimos anos, muitas faculdades demonstraram que não passam de caça-níqueis, pois não possuem condições mínimas para preparar um profissional. É puro mercantilismo", aponta Lamachia. Ele lembra que no ano passado, graças a trabalhos conjuntos com o Conselho Federal da OAB, o Ministério da Educação diminuiu cerca de 125 mil vagas em cursos de Direito em diversas universidades do país. “Foi o resultado de um esforço pela qualificação e pela redução da mercantilização do ensino jurídico nas faculdades”, explica Lamachia, acrescentando que, no Rio Grande do Sul, o nível dos cursos de Direito é um dos mais altos do país.
Com relação a um projeto de lei que está no Senado Federal e propõe a extinção do Exame de Ordem, Lamachia considera que "está na contramão da história". "Outras entidades profissionais, semelhantes à OAB, estão propondo a aplicação de provas de conhecimento técnico, copiando o exemplo do exame que é aplicado pela Ordem", observa o dirigente.
Assessoria de Imprensa – OAB/RS
Carol Majewski - Jornalista / Assessor
06/02/2009 09:18h