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27.12.2011 15:30h
Estátua de deusa da Justiça ganha versão missioneira em São Luiz Gonzaga
27/12/2011 15:30h
http://bit.ly/NlhqUj
Obra, que foi doada pela OAB local, faz parte da fachada do novo Foro da Comarca.
Com dois metros de altura e pesando 950 kg, a estilização da deusa Têmis, símbolo da justiça, chama a atenção de quem passa em frente ao novo Foro de São Luiz Gonzaga.
Esculpida por um artista local, a obra é uma releitura indígena do símbolo grego. O objetivo é valorizar a cultura da região. O monumento foi doado pela OAB São Luiz Gonzaga e teve aval do TJRS.
"Sugeri a versão das Missões para simbolizar a nossa Justiça, que age de forma imparcial, equilibrada e acho que consegui um bom resultado", avalia o escultor Vinícius Ribeiro.
Na adaptação, a lança substitui a tradicional espada. Um pena na cabeça simboliza a herança guarani. A Tipoy, vestimenta das antigas índias missioneiras, junto com o laço nas pernas e o colar com presas de Jaguaretê servem para demonstrar bravura.
Sucesso entre os moradores, a Têmis missioneira já tem até apelido: namorada de Sepé Tiaraju, índio guarani que faz parte do folclore do Rio Grande do Sul.
O presidente da OAB São Luiz Gonzaga, Jorge Ênio Pinto dos Santos, destaca que "quem passa na frente do Foro, para e fica olhando. Chegam até a dizer que ela é a namorada de Sepé Tiaraju".
Da redação do Jornal da Ordem com informações do G1 RS e da RBS TV
Com dois metros de altura e pesando 950 kg, a estilização da deusa Têmis, símbolo da justiça, chama a atenção de quem passa em frente ao novo Foro de São Luiz Gonzaga.
Esculpida por um artista local, a obra é uma releitura indígena do símbolo grego. O objetivo é valorizar a cultura da região. O monumento foi doado pela OAB São Luiz Gonzaga e teve aval do TJRS.
"Sugeri a versão das Missões para simbolizar a nossa Justiça, que age de forma imparcial, equilibrada e acho que consegui um bom resultado", avalia o escultor Vinícius Ribeiro.
Na adaptação, a lança substitui a tradicional espada. Um pena na cabeça simboliza a herança guarani. A Tipoy, vestimenta das antigas índias missioneiras, junto com o laço nas pernas e o colar com presas de Jaguaretê servem para demonstrar bravura.
Sucesso entre os moradores, a Têmis missioneira já tem até apelido: namorada de Sepé Tiaraju, índio guarani que faz parte do folclore do Rio Grande do Sul.
O presidente da OAB São Luiz Gonzaga, Jorge Ênio Pinto dos Santos, destaca que "quem passa na frente do Foro, para e fica olhando. Chegam até a dizer que ela é a namorada de Sepé Tiaraju".
Da redação do Jornal da Ordem com informações do G1 RS e da RBS TV
27/12/2011 15:30h
