Caravana das Prerrogativas visita Marau, Casca e Guaporé
27/01/2012 19:16h
Nos encontros, os advogados relatam eventuais dificuldades que estejam enfrentando no exercício da profissão no que diz respeito à violação de prerrogativas.
Encerrando mais uma semana na estrada, a Caravana das Prerrogativas visitou, nesta sexta-feira (27), as subseções de Marau, Casca e Guaporé. Ao longo desta semana o projeto percorreu as cidades de Espumoso, Ibirubá, Tapera, Não-me-Toque, Carazinho, Sarandi, Palmeira das Missões, Frederico Westphalen, Nonoai, Erechim, São José do Ouro, Getúlio Vargas, Tapejara, Sananduva, Lagoa Vermelha e Passo Fundo.
Segundo o presidente da Comissão de Defesa, Assistência e Prerrogativas, Marcelo Bertoluci, nos encontros os advogados relatam eventuais dificuldades que estejam enfrentando no exercício da profissão no que diz respeito à violação de prerrogativas.
Confira o que ocorreu em cada subseção:
Marau
A Caravana foi recebida, no início da manhã, em Marau pelo vice-presidente da subseção, Ildomar Marodim.
No encontro os advogados apontaram que o Ministério Público tem firmado termos de ajustamento de conduta sem a presença de advogado.
Casca
Na cidade de Casca, a Caravana foi recepcionada pelo presidente da OAB local, Adair Giacomo Baccin.
Na reunião, a temática discutida foi a falta de servidores, que acaba comprometendo o trabalho de todos. Conforme Bertoluci, o Poder Público precisa criar meios para suplementar o orçamento do Judiciário, pois a taxa do congestionamento do sistema acaba sempre sendo paga pelo advogado, e, por sua vez, pelo cidadão comum, que acaba não entendendo as dificuldades existentes na Justiça: "Assim, as partes, invariavelmente, acabam por culpar o advogado, que é seu representante postulatório", afirmou Bertoluci.
Guaporé
Já na tarde desta sexta-feira, a Caravana chegou a Guaporé e foi recebida pelo presidente local, Firmino Bedin.
Dentre os assuntos debatidos entre os profissionais estavam: a falta de urbanidade do oficial do registro de imóveis; audiências no Juizado Especial Criminal sem a presença de advogados; a dificuldade dos advogados serem atendidos pela delegada da cidade e os pareceres emitidos pelos oficiais de justiça, para as partes, sobre as decisões judiciais.
27/01/2012 19:16h
