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16.12.2010 16:17h
Audiência pública da OAB Caxias do Sul aborda a questão do crack e da violência
16/12/2010 16:17h
http://bit.ly/NkwJMR
Foto: Gisele Renner da Silva - OAB Caxias do Sul
O evento aconteceu simultaneamente na Ordem gaúcha e em diversas subseções de todo o Rio Grande do Sul.
A OAB Caxias do Sul, por meio de sua Comissão de Direitos Humanos, promoveu, na última segunda-feira (13), audiência pública sobre “Crack e Violência”. O evento aconteceu simultaneamente na OAB/RS e em diversas subseções de todo o Rio Grande do Sul.
Marcaram presença no auditório da subseção entidades como a Fundação de Assistência Social, o Conselho Municipal de Segurança, a Câmara de Dirigentes Lojistas, o Centro Vita, o Conselho Municipal de Entorpecentes, a PATNA, o Conselho Municipal de Educação, a Polícia Civil, o 12º Batalhão da Polícia Militar, o Conselho Municipal de Assistência Social, a Secretaria Municipal da Saúde, a Fortaleza Vigilância e inúmeros advogados.
Segundo o advogado Álvaro Kleinowski, representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB local, a audiência teve por objetivo fomentar a discussão, através de troca de experiências, em razão do amplo consumo do crack pela sociedade. “O evento permitiu que as várias entidades tivessem conhecimento sobre o que está sendo feito por cada uma para mitigar os efeitos sociais desse vício”, afirmou.
O presidente da subseção, Marcelo Rugeri Grazziotin, analisou que, para a construção do pensamento, é necessário ouvir. “Os depoimentos que todos fizeram foram fundamentais. A prevenção é importante, pois tudo passa pela família e pela educação. Jamais a solução será pela liberação das drogas”, concluiu.
A OAB Caxias do Sul, por meio de sua Comissão de Direitos Humanos, promoveu, na última segunda-feira (13), audiência pública sobre “Crack e Violência”. O evento aconteceu simultaneamente na OAB/RS e em diversas subseções de todo o Rio Grande do Sul.
Marcaram presença no auditório da subseção entidades como a Fundação de Assistência Social, o Conselho Municipal de Segurança, a Câmara de Dirigentes Lojistas, o Centro Vita, o Conselho Municipal de Entorpecentes, a PATNA, o Conselho Municipal de Educação, a Polícia Civil, o 12º Batalhão da Polícia Militar, o Conselho Municipal de Assistência Social, a Secretaria Municipal da Saúde, a Fortaleza Vigilância e inúmeros advogados.
Segundo o advogado Álvaro Kleinowski, representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB local, a audiência teve por objetivo fomentar a discussão, através de troca de experiências, em razão do amplo consumo do crack pela sociedade. “O evento permitiu que as várias entidades tivessem conhecimento sobre o que está sendo feito por cada uma para mitigar os efeitos sociais desse vício”, afirmou.
O presidente da subseção, Marcelo Rugeri Grazziotin, analisou que, para a construção do pensamento, é necessário ouvir. “Os depoimentos que todos fizeram foram fundamentais. A prevenção é importante, pois tudo passa pela família e pela educação. Jamais a solução será pela liberação das drogas”, concluiu.
16/12/2010 16:17h